sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

QUANDO ACABA A ESCRAVIDÃO?

Excelentíssimo Senhor Presidente da República Portuguesa,
Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa,
Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro da República Portuguesa,
Excelentíssimos (as) Senhores (as) Deputados (as) da Assembleia da República Portuguesa,
Excelentíssima Senhora Procuradora Geral da República Portuguesa,
Excelentíssimo Senhor Presidente da Comissão Europeia,
Excelentíssimo Senhor Presidente do Parlamento Europeu,
Excelentíssimos (as) Senhores (as) Deputados (as) do Parlamento Europeu,
Excelentíssimo Senhor Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas,
Excelentíssimo Senhor Secretário Executivo da CPLP e Povos e Investigadores de Língua Portuguesa,
Excelentíssimo Senhor Alto Comissário da ONU para os Refugiados, 
Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa,
Excelências Reverendíssimas e Altos Dignitários de Credos-de-Fé, Igrejas, Ordens e Obediências Nacionais e Mundiais,
Excelentíssimo Senhor Director da Human Rights Watch, Dr. Kenneth Roth e Delegações de Londres e Paris,
Excelentíssimo Senhor Director de VIH da WHO (OMS), Mr. Gottfried Hirnschall,
Excelentíssimo Senhor Presidente dos Advogados Sem Fronteiras, Dr. Jean Carbonera,
Excelentíssimos (as) Senhores (as) Presidentes, Directores (as) e Secretários (as)-Gerais de Organizações, Sociedades e Organismos de Ciências e Humanidades,
Excelentíssimo Senhor Thierry Verret, Président-directeur général de la Revue L'Histoire, PARIS
Excelentíssimos (as) Senhores (as) Presidentes, Directores (as) e Editores de Órgãos de Comunicação Social e Publicações Diversas,
Excelentíssimas Amizades pessoais, profissionais e sociais e suas Excelentíssimas Famílias:
Excelências:

No próximo dia 6 de Fevereiro de 2016 evoca-se o nascimento do Padre António Vieira (1608-1697), um jesuíta português símbolo da Liberdade, Verdade e Igualdade, verdadeiro ícone do combate à corrupção, sendo perseguido, preso e proscrito pelo seu Reino, pela sua Ordem e pela Inquisição.

Hoje, quando Portugal já foi penalizado em 40 000 milhões de euros por gestões «inexplicáveis» em 4 Bancos (BPN, BPP, BES, BANIF), uma soma avultada que arruinou ainda mais os portugueses contribuintes, para além de ruinosas Parcerias Público-Privadas e juros de quase 5% da riqueza nacional anual a pagar por Portugal, seria bom recordarmos o Sermão do Bom-Ladrão do Padre António Vieira e difundir este livro e a sua obra pelo Mundo, enxameado de corrupção nas primeiras páginas da imprensa e abertura de telejornais, carreado de processos de fraudes e branqueamentos de capitais nos Tribunais, para além da criminalidade "benigna" de «off-shores» e países de sedes empresariais de conveniência que inviabilizam uma melhor repartição de rendimentos pela população mundial, onde apenas 1% desta tem riqueza e a restante 99% escravidões, pobreza, fome e desemprego.

Desenvolver o investimento com legislação cativante e sem burocracias motivadoras de corrupção; potenciar o princípio do imposto decimal (ancestral dízimo) em detrimento dos impostos instáveis e geradores de «off-shores»; dilatar o «vacatio legis económico» para as novas empresas passarem a ser tributadas; potenciar isenções fiscais proporcionais aos reinvestimentos de capital  e mecenato, evitando deslocalizações das sedes das empresas-mãe e dos grupos gravitacionais; desenvolver uma eficaz supervisão bancária e legislar a suspensão imediata e preventiva dos cargos públicos, até julgamento judicial, dos agentes dos Órgãos de Soberania e de Empresas Estatais, com suspeições evidentes/testemunhadas e/ou documentadas de dolo intencional e favorecimento ilícito; incentivar o jornalismo de investigação contra a corrupção, atribuindo-lhe o anual «Prémio Padre António Vieira» (simples estatueta em ouro) a decidir por maioria da Assembleia da República; cativar o investimento nacional, estrangeiro e da emigração portuguesa com a participação dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Economia, logo após este incentivador pacote legislativo orientador publicado em Diário da República.

Este e-mail é expedido a 4 de Fevereiro, Dia Mundial da Luta contra o Cancro desde o ano 2000, uma efeméride mortal maior que a Peste Negra da Idade Média, talvez porque sejam insuficientes as verbas para a prevenção, investigação e irradicação dos diversos cancros, vindas das industrias farmacêuticas, esgotados que estão os cofres de muitos Estados, empenhados em satisfazer armamentos, segurança, vigilância, assistência humanitária e reparação de danos materiais (muito suportados pelos contribuintes inocentes) originados por alguns maus políticos, legisladores, banqueiros e empresários. 
Ao espalhar-se mais uma das 10 últimas PRAGAS DA HUMANIDADE, o vírus ZIKA, desejamos que a industria farmacêutica potencie mais a sua erradicação.

No século XXI os principais verbos mundiais são: escravizar; abusar; matar; degolar; refugiar; corromper; falsificar; drogar; suicidar; torturar. Estes 10 verbos não são as 10 Esferas da Árvore da Vida, mas sim as 10 Esferas da Árvore da Morte deste fim de Civilização gerida por maus Estadistas, por desastrosos Gestores do poder financeiro, desregulado desde 1981 e centrado em «off-shores», negócios trapaceiros e de embuste para investidores incautos, onde vingam os previamente advertidos ou os «bons» jogadores de bolsa. Todas as falácias são relevantes para captar votos e justificar embustes de engenharias financeiras, mas a abstenção eleitoral dos povos demonstra que os «bons silenciosos» estão fartos de capitalismo selvagem, de escândalos financeiros e de corrupções de natureza caleidoscópica, camuflada e bem articulada  na sua teia contra as investidas dos poderes judiciais que ainda funcionam em prol da Justiça.

Eis seis axiomas perniciosos na ECONOMIA MUNDIAL: a germanização da União Europeia e o colapso do desenvolvimento económico biunívoco dos países norte-sul; a proletarização das classes médias e as precipitadas fantasias geoestratégicas na Ásia Menor e Norte de África; a hegemonização FED-FMI-agências de notação financeira américo-canadenses e o «laissez-faire, laissez-passer» nas supervisões bancárias;  a maximização descontrolada dos PIB sino-países emergentes com agravamento de poluições ambientais e grandes desmatações florestais; a monopolização do controlo e patentes nas produções agroalimentares, colidindo com a liberdade de semear e produzir; maximização de lucros e subalternização estratégica na repartição de rendimentos.

Por tudo o que possa ser feito por Vossas Excelências deixo os meus mais sinceros cumprimentos da minha gratidão,
João Santos Fernandes

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