O Syriza queria fazer exatamente a mesma coisa, mas com um “reset” da divida…
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
SIRIZA?
Bem se levou o pais á falência foi pelas mesmas razões que cá, estatismo socialista a subsidiar toda a gente (a patacos) a troco de votos e monopólio de amigalhaços, sem qualquer preocupação com produtividade, transparência ou sustentabilidade, depois quando aparece a conta “a culpa é dos mercados”.
O Syriza queria fazer exatamente a mesma coisa, mas com um “reset” da divida…
O Syriza queria fazer exatamente a mesma coisa, mas com um “reset” da divida…
HIPOCRISIA E INIQUIDADE
Do mercado da polis – Hipocrisia e Iniquidade
Portugal dá a impressão de andar sempre em campanha eleitoral, sem espaço para discutir nem elaborar programas de governação; parece ser um agregado sociológico de repúblicas (povos) – sem Povo – num arraial antigo, onde ecoam os pregões e os berros.
Quem não tem acções partidárias no mercado da polis resigna, faz da tristeza raiva ou procura consolação na exclamação: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados… também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” (Mt 23. 27-28)
Tal como nos tempos bíblicos, temos conflitos programados e de que bem vivem os escribas/saduceus e fariseus.
A palavra Fariseus ganhou a conotação de hipócrita e de confessos aparentes. Fariseus e Saduceus/Escribas fazem parte da dialética social e são adversários entre si mas quando se trata de defender os próprios interesses sublevam e dividem o povo para poderem legitimar e manter as estruturas do poder que lhes oferece palco seguro para se afirmarem (manipuladores do povo matam Jesus para depois lavarem as mãos na “inocência do povo” que os legitimou). Inteligentes como serpentes, encontraram e encontram uma estratégia comum que lhes dá segurança na ocupação dos cargos de prestígio da nação e a maioria dos postos no Sinédrio. A inveja e a ganância atiçam-nos uns contra os outros, a ver quem mais come enquanto o povo olha e ladra para enganar a fome.
A ganância humana torna-se apetite desenfreado. Se não fosse o apetite que seria do saborear!… Mas o povo cada vez mais habituado ao fastio vai perdendo o apetite e o caracter, fomentando ainda mais os apetites dos poucos.
O apetite partidário é tanto que chega a não distinguir o que já lhe estreborda do prato. Victor Hugo dizia “em tempo de revolução, cuidado com a primeira cabeça que rola. Ela abre o apetite ao povo”. Por essa razão andará tanta gente à volta de algumas cabeças; o problema delas será nunca se saciarem; por isso se tornam cães de guarda ou feras.
Todos mereceram a crítica do Mestre da Judeia porque adorando ídolos e não Deus mostravam-se como os mais dignos de respeito entre o povo. Uma reflexão pessoal e nacional, para ser salutar a nível de comunidade, deveria passar a considerar a dialética polarizante como mal menor a ser ultrapassado processualmente no serviço de um bem maior que é o todo de tudo em todos. Premissa da relação: o outro que permite identificar-me é o tu que dá consistência à minha ipseidade (eu-tu-nós) que se expressa na relação do eu-tu inclusivo a realizar Jesus Cristo.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo www.antonio-justo.eu
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo www.antonio-justo.eu
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
CLARA FERREIRA ALVES
Em 1980, durante o primeiro governo da AD, com Cavaco Silva, as
pensões de reforma passam a ser atribuídas a beneficiários no fim do
exercício de certas funções independentemente de estarem ou não em
idade da reforma.
Uma pessoa podia exercer o cargo de administrador do Banco de
Portugal ou da CGD durante um ou meio mandato, e tinha direito à
reforma por inteiro a partir do momento em que saía da instituição.
Não recebia na proporção do tempo que lá tinha estado ou da idade
contributiva. Recebia por inteiro. E logo. Na banca pública, podia
acontecer o que aconteceu com Mira Amaral, que, segundo Cristina
Ferreira, depois de ter gerido a CGD, "deixou o banco com estrondo".
"Na sequência disso, Mira Amaral reformou-se." Ao fim de dois anos.
Segundo ele, quando se reformou teve direito a "uma pensão de 38 anos
de serviço, no regime unificado, Caixa Geral de Depósitos e Segurança
Social. Depois de ter descontado desde os 22 anos para a Caixa Geral
de Aposentações". O que é certo é que Mira Amaral recebe uma parte da
sua reforma do fundo de pensões da CGD, que está em "austeridade",
acumula prejuízos e recorreu a fundos públicos para se capitalizar.
Mira Amaral trabalha como presidente-executivo do BIC, dos angolanos
em concorrência com o banco do Estado.
Não é o único. Jorge Tomé, presidente do Banif, banco que acumula
prejuízos, que não conseguiu vender as obrigações que colocou no
mercado e que recorreu a fundos públicos, estando 99% nacionalizado,
foi do Conselho de Administração da Caixa. Pediu a demissão da Caixa
quando foi para o Banif, mas teve direito a "pedir reforma por doença
grave", segundo ele mesmo. A "doença grave" não o impediu de trabalhar
no Banif e, no texto de Cristina Ferreira, não esclarece qual o
vínculo que mantém com a Caixa.
A CGD paga a cerca de uma vintena de ex-administradores cerca de dois
milhões brutos por ano. Dois destes ex-administradores, António Vieira
Monteiro do Santander Totta e Tomás Correia, do Montepio Geral, junto
com Mira Amaral, recebem reformas (totais ou parciais) do fundo de
pensões da CGD, trabalhando, repito, em bancos da concorrência.
As reformas mensais destes três ex-gestores, que não são ilegais,
porque a lei autoriza o trabalho depois da reforma e descontaram para
o sistema de previdência social, andavam entre os 16.400 e os 13.000
euros brutos.. Depois dos cortes situam-se à volta dos 10.000 euros
brutos.
À parte esta perversão, legal, o Estado resolveu, para abater a dívida
pública, comprar os fundos de pensões da banca, das seguradores e de
empresas privadas como a PT, comprometendo-se a pagar no futuro as
pensões aos seus trabalhadores.
Resta demonstrar se o capital desses fundos de pensões será suficiente
para os compromissos das pensões presentes e futuras ou se o Estado se
limitou, para equilibrar as contas naquele momento, a comprometer todo
o sistema público de Segurança Social e aposentações. Porque os fundos
eram, são, vão ser, iinsuficientes
A partir de agora, as pensões da banca privada passaram,
simplesmente, a ser responsabilidade pública. Tolerando-se, como se
vê pelos exemplos, a acumulação de pensões de reforma públicas com
funções executivas privadas e concorrentes.
O advogado Pedro Rebelo de Sousa, presidente do Instituto Português
de Corporate Governance, IPCG, não vê nisto nenhum problema, nem
sequer na legitimidade de o Estado pagar reformas (incluindo,
supõe-se, por invalidez ou ao cabo de dois anos de mandato) a
ex-gestores da CGD que agora presidem a grupos rivais. Diz ele que "a
reforma é um direito adquirido".
E eu que pensava que a reforma dos pequenos reformados, dada a troika
e a austeridade, era um falso direito adquirido como os ideólogos e
teólogos deste governo e da sua propaganda não se cansaram de nos
fazer lembrar."
Clara Ferreira Alves, em "REVISTA" 10 Ago, 2013
Questiona-se a forma como foi negociado este compromisso. Se nos
guiarmos pelos exemplos do passado, será fácil de perceber que o
negócio vai sair caro aos portugueses e beneficiar os que venderam os
seus fundos de pensões, ao triste estado que nunca tem quem o
represente com lealdade.
Talvez daqui a uns 10 ou 12 anos, tal como as PPP e outras
trafulhices, esta também venha a público.
Nota: Mira Amaral, que foi ministro nos três governos liderados por
Cavaco Silva e é o mais famoso pensionista de Portugal devido à
reforma de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos,
apenas por 18 meses, de descontos como administrador da CGD.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
ANÁLISE DE JOÃO J. VILA-CHÃ
ANALISE
Noto que o dia de hoje tem sido de agrume, e de não pouco picanço, no que
diz respeito ao debate político que actualmente grassa no meu País, e até mesmo
fora dele. Agrume e picanço que por certo, sendo a natureza humana o que ela
realmente é, vai continuar. Pelo menos, até que o normal funcionamento das
instituições venha a mostrar o limite do quanto-baste. Nesse sentido, e sem
querer acrescentar nem a uma coisa nem à outra, permito-me partilhar aqui
alguns dos comentários que por imperativo de opinião decidi fazer no espaço de
outras pessoas, sendo que o primeiro tem a ver com a posição defendida por um
certo comentador político e o segundo foi feito na página de um parlamentar de
Portugal a respeito da inauguração das actividades da nova Assembleia da República.
Se tal se oferecer, outros comentários irei acrescentando.
1. Tenho muita pena que os nossos
comentadores de profissão, mesmo dizendo coisas pertinentes ou ajustadas à
realidade, se esqueçam do que mais importa: o que está em causa é Portugal! O
resultado das eleições é complicado; o PS tomou uma via triste porque, em meu
entender, na direção errada; o Presidente da República decidiu o óbvio mas ao
mesmo tempo deu as suas boas razões, mesmo se algo surpreendentes. O líder do
PS ao bagatalizar a decisão do Presidente da República, para além de mostrar
uma inacreditável sobranceria, e um baixo calibre no debate institucional, fez,
ou faz, o que menos nos interessa: agudiza os conflitos, atua mais à força do
ressentimento do que da razão propriamente política, sendo que por «política»
entendo aqui uma atividade que deveria ser sempre séria e nunca um espaço para
usurpadores ou agentes destemperados na palavra.
2. Os deputados e deputadas eleitos
pelos cidadãos e cidadãs de Portugal têm agora uma enorme tarefa diante de si:
dar a Portugal a razão de ser da confiança que neles e nelas, não raro sem se
saber bem como, foi depositada. Pessoalmente, espero que os deputados e
deputadas do meu País façam tudo o que se lhes exige para que Portugal cresça e
se desenvolva, e em toda a sociedade portuguesa se consolidem os valores do
Humanismo e do Direito, da Justiça e da Responsabilidade, do Progresso e da Paz
social. Mais que tudo, espero dos actuais representantes parlamentares da
cidadania em Portugal que nunca se esqueçam da razão de ser da sua
representatividade, e que em meu entender, é sobretudo esta: a coerência com as
exigências do dever que agora têm e hoje assumiram de servir a comunidade
nacional, não apenas nesta ou naquela sua parte, mas no seu todo como no
concreto mais global.
3. Eu posso não gostar do modo como o
Senhor Presidente da República fala ou diz o que tem para dizer. Mas não posso
aceitar que por o Presidente de Portugal ter dito o que realmente pensa e o ter
feito com inusitada coragem e sentido de responsabilidade seja tão friamente
atacado por comentadores políticos cuja responsabilidade não passa, na maior
parte dos casos, da folha de jornal em que podem escrever ou do écran de
televisão em que se podem mostrar. Pessoalmente, acho nobre, acho digno, acho
bem mais do que adequado que o Presidente da República, ao indigitar quem
indigitou, diga também a todos os portugueses a razão, ou as razões, que o
levou a tal fazer. Não aceitar isto é transformar o Presidente da República num
mero autómato. Neste caso, o Professor Cavaco Silva, e mais uma vez (mesmo que
não se goste dele) mostrou ser quem é: o Presidente de todos os Portugueses,
justificando-se perante todos, ou seja, perante os que dele gostam e perante os
que não. E isso, em meu entender, é nobre, é correcto, merece o maior respeito.
4. [A propósito de quem diz que o
Presidente da República não fez nem disse nada de bem, e tem especial prazer em
confessar em quem não votou, mas sem nunca deixar de vilipendiar quem diz ser
seu adversário, eu comentei:] E contudo não deixam de existir outros modos,
outras maneiras, de interpretar, ou simplesmente acolher, e tal deveria ser com
a justa elegância política, a decisão, tal como o discurso, que ontem fez o
Presidente da República de Portugal. [Mas Portugal está assim: como que
dividido ao meio entre o sentimento de que a democracia não é privilégio dos
arruaceiros e a consciência de que nas palavras e nos gestos se vê, e se mede,
o que as pessoas realmente são].
Tudo isto torna-se
tanto mais importante quanto por aqui se vê o custo que a democracia tem. Haja,
pois, a devida paciência: ninguém pode ser um grande democrata se a democracia
apenas lhe serve para dilapidar o que não criou, pois pertence à esfera do
nosso Bem Comum.
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A SIRIA
SABIA ISTO DA SÍRIA?
A família Assad pertence ao Islão tolerante da orientação Alawid.
As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens ao estudo, à saúde e à educação.
Na Síria as mulheres não são obrigadas a usar burca. A Chária (lei Islâmica) é inconstitucional.
A Síria é o único país árabe com uma constituição laica e não tolera os movimentos extremistas islâmicos.
Cerca de 10% da população síria pertence a alguma das muitas confissões cristãs presentes desde sempre na vida política e social.
Noutros países árabes a população cristã não chega a 1% devido à hostilidade sofrida.
A Síria é o único país do Mediterrâneo que continua proprietário da sua empresa petrolífera, que não quis privatizar.
A Síria tem uma abertura à sociedade e cultura ocidentais como nenhum outro país árabe.
Ao longo da história houve cinco Papas de origem síria. A tolerância religiosa é única na zona.
Antes da guerra civil era o único país pacífico da zona, sem guerras nem conflitos internos.
A Síria é o único país árabe sem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.
A Síria foi o único país do mundo que admitiu refugiados iraquianos sem nenhuma discriminação social, política ou religiosa.
Bashar Al Assad tem um suporte popular extremamente elevado.
Sabia que a Síria possui uma reserva de petróleo de 2500 milhões de barris, cuja exploração está reservada a empresas estatais?
Talvez agora consiga compreender melhor a razão de tanto intere$$e da guerra civil na Síria e de quem a patrocina ...
sábado, 24 de outubro de 2015
NA EUROPA DEVEM VIGORAR AS NOSSAS LEIS
O texto abaixo é atribuído a uma médica checa que trabalha num hospital de Munique.
Tudo verdade?
Mas quem se espanta que isto está (ou pode) a acontecer.
Tudo verdade?
Mas quem se espanta que isto está (ou pode) a acontecer.
A Migração na Alemanha
"OKTOBERFEST" MULTICULTURAL EM MUNIQUE?
Procurei notícias sobre como teria se desenvolvido, este ano, a tradicional OKTOBERFEST, em Munique. Estava marcada para acontecer entre 19 e setembro e 4 de outubro. Ao mesmo tempo, estavam chegando, diariamente, 10 mil refugiados, à estação ferroviária central da cidade. Nada vi nos noticiários. Nem o Google esclarece alguma coisa.
Em compensação, encontrei o texto de uma carta que uma médica tcheca escreveu a um amigo. Ela é anestesiologista e trabalha num hospital de Munique. Veja o que está acontecendo no atual ambiente multicultural da Alemanha, segundo o que ela relata e eu traduzi do inglês.
“Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.
Muitos muçulmanos estão recusando ser tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos nos recusando a trabalhar entre animais, especialmente africanos. As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais.
Muitos migrantes têm AIDS, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas que, aqui na Europa, nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva à explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então, curem-nas vocês! Portanto, a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.
Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que, nas estações de trem e na frente das câmeras de TV, mostram cartazes de boas-vindas?
Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já está aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles.
Até agora, o número de desempregados, na Alemanha, era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não-empregável. Um mínimo deles tem alguma educação.
E mais: suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar, e a Alemanha reabrir suas fronteiras, eu voltarei para casa, na República Tcheca. Ninguém vai poder me segurar aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Oriente Médio.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço, há anos por 800 Euros, e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, se alteram.
Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contato com eles pode ter uma ideia de que espécie de animais que são, especialmente os da África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipe.
Por ora, nosso pessoal ainda não foi reduzido, em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isso é apenas uma questão de tempo.
Num hospital perto do Rheno, os migrantes atacaram a equipe a facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses, que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa, durante três meses. A criança morreu, depois de de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados, numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos sabendo por e-mail.
O que teria acontecido a um alemão, se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina, infectada por sífilis, no rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação? No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo, até agora, nada aconteceu.
Então, pergunto: onde estão todos aqueles que saudaram sua vinda e os recepcionaram, nas estações ferroviárias? Sentados, bonitos em casa, curtindo suas organizações não-lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos trens e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas???!!!
Se fosse por mim, eu arrebanharia todos esses recepcionistas e os traria primeiro aqui, para a ala de emergência do hospital, para agirem como atendentes, depois para um alojamento de migrantes, para que possam cuidar deles lá mesmo, sem policiais armados, sem cães policiais, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica.”
Eis o teor do desabafo desta profissional, que nos pode dar uma ideia do que está sendo preparado, como futuro, através da multiculturação, que está sendo impingida aos povos do velho continente, principalmente à Alemanha.
Toedter
Uma coisa é a solidariedade e outra .....outra é a ingenuidade !
Faço minhas estas palavras...doa a quem doer...
-
AI SE PASSOS COELHO FOSSE HONESTO !
Por Joaquim Letria |
Se Passos Coelho começasse por congelar as contas dos bandidos do seu partido que afundaram o país, era ......hoje um primeiro ministro que veio para ficar.
Se Passos Coelho tivesse despedido no primeiro dia da descoberta das falsas habilitações o seu amigo Relvas, era hoje um homem respeitado. Se Passos Coelho começasse por tributar os grandes rendimentos dos tubarões, em vez de começar pela classe média baixa, hoje toda a gente lhe fazia um vénia ao passar. Se Passos Coelho cumprisse o que prometeu, ou pelo menos tivesse explicado aos portugueses porque não o fez, era hoje um Homem com H grande. Se Passos Coelho, tirasse os subsídios aos políticos quando os roubou aos reformados, era hoje um homem de bem. Se Passos Coelho tivesse avançado com o processo de Camarate, era hoje um verdadeiro Patriota. Se Passos coelho reduzisse para valores decimais as fundações e os observatórios, era hoje um homem de palavra. Se Passos Coelho avançasse com uma Lei anti- corrupção de verdade, doa a quem doer, com os tribunais a trabalharem nela dia e noite, era já hoje venerado como um Santo...etc. etc. etc. MAS NÃO !!!! PASSOS COELHO É HOJE VISTO COMO UM ALDRABÃO, UM YES MAN AO SERVIÇO DAS GRANDES EMPRESAS, DA SRA. MERKEL, DE DURÃO BARROSO, DE CAVACO SILVA, MANIPULADO A TORTO E A DIREITO PELO MAIOR VIGARISTA DA HISTÓRIA DAS FALSAS HABILITAÇÕES MIGUEL RELVAS, E UM ROBOT DO ROBOT SEM ALMA E CORAÇÃO, VITOR GASPAR.
Proibido dizer mal de Portugal...
- "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra,de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)
| ||
HORA DE DESOPILAR
Desopilemos um pouco....
Pediram-me um donativo para a piscina municipal.Eu dei um copo de água.
Esta noite um ladrão entrou em minha casa, procurando dinheiro.Eu, levantei-me e procurei com ele.
O único fim feliz que eu conheço é o fim de semana.
Da minha casa até o bar são 5 minutos. Mas do bar até minha casa é 1h50 min.
Se o seu ex ou a sua ex lhe disserem "jamais encontrarás alguém como eu", responda: «Felizmente!»
O trabalho de equipe é essencial. Em caso de erro, a culpa é diluídaOs pais são duas pessoas que ensinam o filho a andar e a falar, para em seguida, o mandarem sentar e calar!
Custou-me muito a aprender a escrever correctamente. Até que um dia adquiri um telemóvel e ... iskci td
As estatísticas são como os biquínis: dão uma ideia mas escondem o essencial!
Quando disse à minha mulher que tinha vontade de a matar, ela aconselhou-me a consultar um especialista. Bom, contratei um assassino profissional.
O ser humano é incrível: corta uma árvore para fazer papel para nele escrever «salvem as árvores».
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
HENRIQUE NETO II
A situação actual do nosso País, uma das mais graves da nossa história, deve-se a um conjunto de factores e dinâmicas internas e externas, mas em primeiro lugar, aos erros de uma má gestão política. Erros que foram provocados em grande parte por falta duma visão estratégica para Portugal, pela impreparação, egoísmo e também venalidade de uma parte importante da nossa classe política.
QUEM NOS DEIXOU ASSIM SÃO OS MESMOS QUE AGORA QUEREM IR PARA O PODER.
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