
Os custos com as parcerias público-privadas dispararam 65 por cento no primeiro trimestre do ano, em parte devido às autoestradas contratualizadas entre 2007 e 2010, pelo Governo de José Sócrates. Diariamente, foram gastos 3,6 milhões de euros com as parcerias rodoviárias, segundo a Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP) do Ministério das Finanças.
As negociações com as concessionárias para baixar esta despesa pública prolongam-se há mais de ano e meio, nalguns casos sem sucesso, noutros já concluídas mas à espera de luz verde dos bancos ou do Tribunal de Contas.
As concessões Douro Interior (Ascendi), Litoral Oeste (AELO, que integra o grupo Lena) e Baixo Alentejo contam-se entre as autoestradas que começam a pesar nas contas. De resto, mantêm-se as negociações com os privados envolvidos na concessão do Pinhal Interior e Baixo Tejo, entre outras.
Nas restantes parcerias público-privadas, apenas a da segurança está a crescer (ver texto ao lado), ainda segundo a análise feita pela Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos.
Com pagamentos de 93 milhões de euros, a despesa na saúde, com os hospitais, manteve-se igual à do ano passado. Nas parcerias ferroviárias até desceu. Os pagamentos feitos no primeiro trimestre deste ano foram apenas de 2,2 milhões de euros à Metro Sul do Tejo.
No entanto, o peso destas parcerias não chega para contrabalançar o forte impacto das autoestradas: representam 76% da despesa total das parcerias público-privadas.
As negociações com as concessionárias para baixar esta despesa pública prolongam-se há mais de ano e meio, nalguns casos sem sucesso, noutros já concluídas mas à espera de luz verde dos bancos ou do Tribunal de Contas.
As concessões Douro Interior (Ascendi), Litoral Oeste (AELO, que integra o grupo Lena) e Baixo Alentejo contam-se entre as autoestradas que começam a pesar nas contas. De resto, mantêm-se as negociações com os privados envolvidos na concessão do Pinhal Interior e Baixo Tejo, entre outras.
Nas restantes parcerias público-privadas, apenas a da segurança está a crescer (ver texto ao lado), ainda segundo a análise feita pela Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos.
Com pagamentos de 93 milhões de euros, a despesa na saúde, com os hospitais, manteve-se igual à do ano passado. Nas parcerias ferroviárias até desceu. Os pagamentos feitos no primeiro trimestre deste ano foram apenas de 2,2 milhões de euros à Metro Sul do Tejo.
No entanto, o peso destas parcerias não chega para contrabalançar o forte impacto das autoestradas: representam 76% da despesa total das parcerias público-privadas.
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