quarta-feira, 12 de agosto de 2015

VIVA A PAZ

UM SEM ABRIGO

Um sem Abrigo .......

 
 Estava esta manhã sentado ao lado de um sem abrigo, quando ele me disse:

- A semana passada, ainda tinha tudo! Um cozinheiro para as refeições, o meu quarto estava limpo, as minhas roupas lavadas e passadas, tinha um tecto sobre a cabeça,TV, Internet, ia à Sala de Desportos, à Piscina, à Biblioteca, podia ainda Estudar...

Perguntei-lhe: - O que é que se passou ? Droga ? Álcool ? Mulheres ? Jogo ?

- Não, não... saí da prisão !

Os prisioneiros, em Portugal, têm muito melhores condições de vida do que os velhotes aprisionados nos Lares de 3ª Idade..

 






 
 




 




UM ARTIGO DE JACQUES AMAURY

Um artigo de Jacques Amaury, sociólogo e filósofo francês, professor na Universidade de Estrasburgo, a ler com olhos de ler.
 
"Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.
 
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem-se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.
 
Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou mesmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.
 
Os dinheiros foram encaminhados para auto-estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições público-privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração pública, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.
 
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando-se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram-se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.
 
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) menosprezado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.
 
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré-fabricada não encontra novos instrumentos.
 
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.
 
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
 
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e TV oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais-democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem levanta o mínimo problema ou dúvida. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.
 
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.
 
Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios. 
 







domingo, 2 de agosto de 2015

LIÇÃO DE PORTUGUÊS

... BELA LIÇÃO MAS... NO TEXTO VEJO ESCRITO 
             AÇÃO
 ora bolas para o autor da LIÇÃO.....  é assim parecido com 


                       ASSAM
Mas se assam um chouriço... é uma porrera ACÇÃO !!!
MUITO MAIS  ESTRANHO É O AUTOCARRO  QUE
PARA PARA
 DEIXAR PASSAGEIROS E EMBARCAR PASSAGEIROS...
 E COMO PODE EMBARCAR SE NÃO É NUM BARCO????
DEVIA SER ENAUTOCARRAR ???
NÃO HÁ MALACAS CASTELEIROS KA ABUNDEM.... SIM, SIM, O TIRA-TEIMAS (JOSÉ PEDRO MACHADO) TEM ABUNDAR....
BOA NOITE
AsAs
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


Não é preciso ficares sorridenta. 
 

Essa senhora (Pilar del Rio),
não lhe valeu de nada,
estar casada tantos anos
com José Saramago...
No fundo, o que mais irrita,
são estes "estrangeiros" virem
dar ordens no modo como se
fala e escreve PORTUGUÊS...
Já não chegavam oa Brasileiros,
virem impor (aos parvos subservientes)
uma nova ortografia, sem pés nem cabeça,
aparece agora uma espanhola parva e
petulante...

 
     Que desgraça a nossa!!
Deixem-nos em paz a aturar a cambada
dos politicos e já nos sobra...
 
Aqui vai uma explicação muito pertinente para uma questão actual:
A jornalista Pilar del Rio costuma explicar, com um ar de catedrática no
assunto, que dantes não havia mulheres presidentes e por isso é que não
existia a palavra presidenta...
Daí que ela diga insistentemente que é Presidenta da Fundação José Saramago
e se refira a Assunção Esteves como Presidenta da Assembleia da República.
Ainda esta semana escutei Helena Roseta dizer : «Presidenta!», retorquindo o
comentário de um jornalista da SICNotícias, muito segura da sua afirmação...

A propósito desta questão recebi o texto que se segue e que reencaminho.
Uma belíssima aula de português.
Foi elaborada para acabar de uma vez por todas com toda e qualquer dúvida se temos
presidente ou presidenta!

A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios activos como derivativos verbais.
Por exemplo:
o particípio activo do verbo atacar é atacante, o de pedir é pedinte,
o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...
Qual é o particípio activo do verbo ser?
O particípio activo do verbo ser é ente.
Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação
que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente
do sexo que tenha.
Diz-se:
capela ardente, e não capela"ardenta"; estudante, e não "estudanta";
adolescente, e não "adolescenta"; paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta
que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política,
dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre
português, só para ficar contenta".
Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse esta informação...
 

 

 
 
 
 

terça-feira, 28 de julho de 2015

ENRIQUECIMENTO ILÍCITO

A COLIGAÇÃO, QUE TANTAS VEZES TEM ACUSADO O PS DE NÃO QUERER UNIR ESFORÇOS, FICA MAL NA FOTOGRAFIA POR NÃO O TER FEITO E ASSIM HÁ QUEM DIGA QUE FOI INTENCIONAL E AINDA NO FIM DA LEGISLATURA.
SERÁ FACTO PARA MEDITAR... POIS PARECE QUE NOS ANDAM A ATIRAR AREIA PARA OS OLHOS DO POVO.
OS CORRUPTOS AGRADECEM TÃO GENTIL ASSEMBLEIA.