quinta-feira, 13 de novembro de 2014

D. CATARINA DE BRAGANÇA

Catarina de Bragança
Quando alguns Nobres portugueses chegaram à conclusão de que o negócio da venda da coroa de Portugal aos Filipes, tinha deixado de ser rendoso e tinha atingido a falência, resolveram mudar de rei.
Infelizmente, esqueceram-se de tomar providências quanto a uma previsível reacção do rei deposto que, por um conjunto de circunstâncias, era, também, rei de Castela e de mais uns quantos territórios.
A guerra foi uma consequência lógica e o novo rei de Portugal, que precisava de aliados, encontrou a solução no casamento de uma das suas filhas com o rei Carlos II de Inglaterra.
A negociação do casamento foi difícil!
Carlos II tinha motivos para desejar mas, também, para temer tal casamento: desejava-o, porque a princesa era bonita e o dote poderia encher os seus falidos cofres; mas, também, receava que isso pudesse reacender a guerra com Espanha.
Resistiu até o dote da princesa ser irrecusável: foi o maior dote de que há memória no Ocidente! Portugal ficou falido, o rei português ganhou um aliado para a guerra com Espanha,  e a Inglaterra ganhou um capital que se transformou no mais rentável investimento da sua história: o império britânico!
Hoje, diríamos que Carlos II deu o “golpe do baú” !
A cerimónia do casamento realizou-se em Maio de 1662.
Assim, começou a parte infeliz da vida de Catarina de Bragança, uma princesa nascida e criada no seio de uma família com cultura, educação e hábitos tradicionais portugueses que, por sua infelicidade, foi desterrada para uma corte que, contrariamente ao que alguns escritores e cineastas de pacotilha nos querem fazer crer, era rude e atrasada em relação à restante Europa.
Catarina, teve um papel importantíssimo na modernização da Inglaterra e na alteração da filosofia de vida dos ingleses pelo que,  embora não suficientemente, ainda hoje é admirada e homenageada.
Provocou uma autêntica revolução na corte de Inglaterra, apesar de ter sido sempre hostilizada por ser diferente mas nunca desistiu da sua maneira de ser, nem consentiu que as damas portuguesas do seu séquito o fizessem.
Tinha uma personalidade tão forte que conseguiu que aqueles (principalmente aquelas) que a criticavam, em breve, passassem a imitá-la.
E assim, se derem grandes alterações na corte inglesa:
O conhecimento da laranja
Catarina adorava laranjas e nunca deixou de as comer graças aos cestos delas que a mãe lhe enviava.
O costume do “CHÁ DAS 5”
Costume que levou de casa e que continuou a seguir organizando reuniões com amigas e inimigas. Este hábito generalizou-se de tal maneira que, ainda hoje, há quem pense que o costume de tomar chá a meio da tarde é de origem britânica.
A compota de laranja
Que os ingleses chamam de “marmalade”, usando, erradamente, o termo português marmelada, porque a marmelada portuguesa já tinha sido introduzida na Inglaterra em 1495.
Catarina guardava a compota de laranjas normais para si e suas amigas e a de laranjas amargas para as inimigas, principalmente, para as amantes do rei.
Influenciou o modo de vestir
Introduziu a saia curta. Naquele tempo, saia curta era acima do tornozelo e Catarina escandalizou a corte inglesa por mostrar os pés, o que era considerado de mau-gosto e que não admira devido aos pés enormes das inglesas. Como ela tinha pés pequeninos, isso arranjou-lhe mais inimigas.
Introduziu o hábito de vestir roupa masculina para montar.
O uso do garfo para comer
Na Inglaterra, mesmo na corte, comiam com as mãos, embora o garfo já fosse conhecido, mas só para trinchar ou servir. Catarina estava habituada a usá-lo para comer e, em breve, todos faziam o mesmo.
Introdução da porcelana
Estranhou comerem em pratos de ouro ou de prata e perguntou porque não comiam em pratos de porcelana como se fazia, já há muitos anos, em Portugal. A partir de aí, o uso de louça de porcelana generalizou-se.
Música
Do séquito que levou de Portugal fazia parte uma orquestra de músicos portugueses e foi por sua mão que se ouviu a primeira ópera  em Inglaterra.
Mobiliário
Catarina também levou consigo alguns móveis, entre os quais preciosos contadores indo-portugueses que nunca tinham sido vistos em Inglaterra.
O nascimento do “Império Britânico”
Como já se disse, o dote de Catarina foi grandioso pela quantia em dinheiro mas, muito mais importante para o futuro, por incluir  a cidade de Tânger, no Norte de África e a ilha de Bombaim, na Índia.
Traindo os Tratados que tinham assumido e com a desculpa de que o rei de Portugal era espanhol, os ingleses conseguiram, apesar do controle da Marinha Portuguesa, navegar até à Índia onde criaram um entreposto em Guzarate.
Em 1670, depois de receber Bombaim dos portugueses, o rei Carlos II autorizou a Companhia das Índias Orientais a adquirir territórios. Nasceu, assim, o Império Britânico!
Hoje, há pouca gente que saiba a importância que a Rainha Catarina teve para os ingleses e o carinho que eles tiveram por ela. A sua popularidade estendeu-se até à América, onde um dos cinco bairros de Nova Iorque (Queens) foi baptizado em sua homenagem.
Em 1998, a associação “Friends of Queen Catherina” fez uma colecta de fundos para lhe erguer uma estátua; não o conseguiu, devido à oposição de alguns movimentos cívicos que acusaram Catarina de ser uma das promotoras da escravidão.
Mais uma vez, a ignorância venceu!...
Autoria de Arnaldo Norton

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

UMA AULA DE PORTUGUÊS

Uma aula de português muito pertinente
  Uma questão de português muito pertinente!
  Aqui vai uma explicação muito pertinente para uma questão actual:
A jornalista Pilar del Rio costuma explicar, com um ar de catedrática no assunto, que dantes não havia mulheres presidentes e por isso é que não existia a palavra presidenta... Daí que ela diga insistentemente que é Presidenta da Fundação José Saramago e se refira a Assunção Esteves como Presidenta da Assembleia da República. 
Ainda nesta semana , escutei Helena Roseta dizer : «Presidenta!», retorquindo o comentário de um jornalista da SICNotícias, muito segura da sua afirmação...
A propósito desta questão recebi o texto que se segue e que reencaminho:
Uma belíssima aula de português.
Foi elaborada para acabar de uma vez por todas com toda e qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta.
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?

Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios activos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio activo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio activo do verbo ser? O particípio activo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que adicionar à raiz verbal os sufixos
ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se capela ardente, e não capela "ardenta"; diz-se estudante, e não "estudanta"; diz-se adolescente, e não "adolescenta"; diz-se paciente, e não "pacienta"; diz-se pertinente e não "pertinenta", entre outros exemplos...
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta comporta-se como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse esta informação...




terça-feira, 4 de novembro de 2014

A VIGARICE ENERGÉTICA

«A vigarice energética, por José de Sá

Os media e o Governo têm feito grande alarido sobre a "intransigente" posição portuguesa nas negociações europeias sobre energia e clima, sem que a maioria dos portugueses se aperceba da monumental vigarice e esbulho que isto encobre.
Concretamente, Portugal "exigiu" que os corredores eléctricos nos Pirinéus sejam alargados, para poder exportar a sua electricidade renovável, e isso não foi aceite, particularmente por França. E para que quer Portugal ter maior capacidade de exportar electricidade para lá dos Pirinéus?
Para escoar o excesso de energia eólica que já tem, e o ainda muito maior excesso que irá ter se os investimentos na mesma continuarem, como pretende o lobby eólico e os seus apaniguados na governação, já desde Sócrates (nada mudou nesta matéria).
E precisa de a escoar para lá dos Pirinéus porque Espanha também tem excesso.
Mas será que esses excedentes eólicos têm possibilidade de competir no mercado além-Pirinéus? Sim, têm, porque podem ser vendidos a preço zero, como já o são frequentemente no mercado ibérico de electricidade, o MIBEL. E contra preço zero não há concorrente para competir ...
Onde está a gigantesca vigarice e esbulho aos portugueses é no facto de os tais excedentes eólicos poderem ser exportados a qualquer preço que lhes garanta a competitividade, incluindo zero, mas não custarem zero a produzir. Com efeito, os produtores eólicos recebem em Portugal sempre uma tarifa choruda fixa, muito superior ao que custa a produção de electricidade por qualquer forma convencional, e isso é pago PELOS CONSUMIDORES PORTUGUESES, na parcela CIEG da factura de electricidade ou vai para o défice tarifário, que é o mesmo que não pagarem agora para virem a pagar mais tarde e com juros...
É precisamente para poder continuar a receber essa tarifa, na realidade uma renda financeira, e estendê-la ainda a muitos mais aerogeradores a instalar, que o lobby eólico quer poder exportar essa energia, porque em Portugal já não há onde a pôr mas a compra pela EDP de toda a que se produzir é assegurada por Decreto! Se ela é vendida lá fora a preço zero, isso pouco importa a esses negociantes, porque cá dentro recebem sempre a mesma tarifa definida por Decreto!
Ora quem paga essa diferença entre custo de produção e preço de venda lá fora é sempre o consumidor português!
E se têm dúvidas sobre as motivações do lobby eólico, vejam só as promessas que fizeram ao Manuel Pinho, o grande campeão das renováveis socráticas: observador.pt/…/manuel-pinho-exige-mais-de-dois-milhoes-de…
 
 

José Régio no seu burro

JOSÉ RÉGIO E O SEU BURRO






'José Régio e o seu burro' - por Hermínio Felizardo
 

      Soneto quase inédito
         

 Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.


Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,


Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
  

 
  

 JOSÉ RÉGIO Soneto escrito em 1969.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A POLÍTICA É ASSIM,,,

Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia!
O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!
Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os seus homens e diz:

- Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan ... e assim prosseguiu.

Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos já trocaram de roupa.
O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL
NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
 
 
 
 
 
 

domingo, 26 de outubro de 2014

EÇA DE QUEIROZ


Carta de Eça de Queirós

 

 

O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»


Escrito em 1871, por Eça de Queirós, no primeiro número d'As Farpas.
 
  

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

FERAS DE MARKETING

É SABIDO QUE CERTOS PAÍSES TÊM INDIVIDUOS FORMADOS EM MARKETING INTERNACIONAL QUE SÃO VERDADEIRAS FERAS A CONQUISTAR MERCACDOS.
TODOS SABEMOS QUE HOUVE UNIVERSIDADES QUE CRIARAM CURSOS QUE NÃO VALEM NADA. FOI O QUE LI NA IMPRENSA.
PORTUGAL DEVE CRIAR CURSOS DE MARKETING INTERNACIONAL QUE FORMARÃO INDIVÍDUOS QUE COMO VERDADEIROS EMBAIXADORES PARTAM PELO MUNDO FORA VENDENDO OS NOSSOS PRODUTOS.
NÃO ACHAM QUE É UM FILÃO QUE NÃO ESTÁ EXPLORADO?

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

DEMOCRACIA

A DEMOCRACIA TEVE A SUA ORIGEM NA GRÉCIA. UM DOS PILARES QUE SUSTENTA OS FUNDAMENTOS DA NOSSA CIVILIZAÇÃO. MAS COMO TUDO OS HOMENS FORAM ADULTERANDO  DE ACORDO COM OS SEUS INTERESSES, MUITOS DELES SUBTERRÂNEOS E CONTRÁRIOS AOS INTERESSES DO POVO.
A DEMOCRACIA EM QUE VIVEMOS NÃO É UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA. É UMA DITADURA DOS PARTIDOS E DO PODER ECONÓMICO. ESTA DEMOCRACIA NÃO PASSA DUMA FARSA.
RECORDO-ME DAS LISTAS DE DEPUTADOS QUE ERAM ENVIADAS PARA LISBOA E DAS QUE VINHAM COMPLETAMENTE ALTERADAS.
POR ESTES E POR OUTROS FACTOS VIREI AS COSTAS E AFASTEI-ME POIS ESTAVA CANSADO DE COLAR CARTAZES SEM QUALQUER REMUNERAÇÃO E SÓ POR AMOR À CAMISOLA, MAS COM GOSTO E DEPOIS NÃO NOS ESCUTAVAM, COLOCANDO NOS PRIMEIROS LUGARES SENHORES QUE DE LEIRIA NADA SABIAM.
ERA UM VERDADEIRO CURSO DE ACTIVISMO POLÍTICO E NÃO COMO AGORA EM QUE OS JOTINHAS NÃO SUJAM AS MÃOZINHAS NAS COLAS E TINTAS.
NÃO! AGORA PAGAMOS MILHÕES A GRANDES EMPRESAS QUE FAZEM AS CAMPANHAS.
NÓS MOBILIZÁVAMOS E O POVO É QUE PAGAVA AS DESLOCAÇÕES. LERAM BEM? O POVO PAGAVA AS DESPESAS, DEIXAVAM O TRABALHO E IAM PARA ONDE ERA NECESSÁRIO.
 O PS DEU O EXEMPLO DE COMO SE FAZ DEMOCRACIA.
ESPERO QUE PARA AS LEGISLATIVAS CONTINUE E OS OUTRO PARTIDOS LHE SIGAM O EXEMPLO.
OS DEPUTADOS QUE NÃO VENHAM COM DESCULPAS DE FALTA DE TEMPO PARA LEGISLAR NESTE SENTIDO, PORQUE A MAIORIA DAS VEZES VEJO CENAS MUITO TRISTES NA ASSEMBLEIA, VERDADEIRO TEATRO POR AQUELES QUE FORAM ELEITOS PELOS PARTIDOS E NÃO PELO POVO. OU QUEREM QUE O POVO CONTINUE A SER:

 " UM POVO EMBECILIZADO RESIGNADO, HUMILDE E MACAMBÚZIO, BURRO DE CARGA, BESTA DE NORA, AGUENTANDO PAULADAS, SACOS DE VERGONHAS, FEIXES DE MISÉRIAS, SEM UMA REBELIÃO, UM MOSTRADOR DE DENTES, A ENERGIA DUM COICE, POIS QUE JÁ COM AS ORELHAS É CAPAZ DE SACUDIR AS MOSCAS" Guerra Junqueiro e Eça de Queiroz

PARA MIM A ACTUAL ASSEMBLEIA NÃO TEM LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA.

QUEM DISSER O CONTRÁRIO VÁ PELO PAÍS E PERGUNTE QUEM SÃO OS SEUS DEPUTADOS E VERÁ QUE DUM MODO GERAL NINGUÉM SABE QUEM SÃO OS SEUS REPRESENTANTES NA ASSEMBLEIA.
NENHUM DEPUTADO DEVIA CONSTAR NAS LISTAS DE CÍRCULOS DONDE NÃO FOSSE NATURAL OU NÃO VIVESSE NO MESMO HÁ MAIS DE X ANOS.
É PRECISO RENOVAR O ESPECTRO POLÍTICO DO PAÍS DANDO O PODER A HOMENS COM SENTIDO DE ESTADO E NÃO MÍSEROS SERVIÇAIS DE PARTIDOS.
OS VERDADEIROS POLÍTICOS SABEM NEGOCIAR E CHEGAR A CONSENSO QUE É O QUE NOS TEM FALTADO.
A PÁTRIA PRECISA DE HOMENS DE CONSENSO E NÃO DE ACÉRRIMOS REIS DE BAIRROS DOUTRINAIS.
OS POLÍTICOS DESTES ÚLTIMOS ANOS TÊM AS MÃOS SUJAS DOS ERROS COMETIDOS E NÃO PODEM CONTINUAR A GOVERNAR.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

JÁ É TEMPO DE SE ACABAR COM SUSPEIÇÕES

Juízes Vem aí sorteio de administradores de insolvências

Dez anos depois do seu anúncio, a plataforma que permite a escolha aleatória e equitativa de administradores de insolvências está, finalmente, em preparação, de acordo com o noticiado pelo Público.
País
Vem aí sorteio de administradores de insolvências                                
DR
Foi anunciada em 2004 mas só agora parece estar quase a entrar em funcionamento. O sistema de escolha aleatório e equitativo de administradores de insolvências ainda não reúne consenso mas a plataforma está a ser preparada, noticia o Público.