quarta-feira, 30 de outubro de 2019

ADSE VÍTIMA DO ESTADO

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

ACORDEM OS POLÍTICOS

  E o problema é que nada acontece. Esta professora foi para o hospital e o aluno continua na escola, na boa, como se nada tivesse feito. E se calhar ainda culpam a professora. Os nosso governantes são uns cobardes.   Professora agredida com cabeçada por aluno de 14 anos em escola de Linda-a-Velha Docente foi levada para o Hospital São Francisco Xavier. O aluno terá sido identificado e, segundo o Correio da Manhã, continua no recinto escolar, mantendo a sua actividade normal.  

REDES MAFIOSAS NA POLÍTICA

António Lobo Xavier, comentador político, militante do CDS e conselheiro de Estado, disse na quarta-feira à noite no programa Circulatura do Quadrado, na TVI, que “existem redes mafiosas de tráfico de influência ligadas a políticos e ex-políticos”. Em pouco mais de um minuto, o centrista aproveitou a deixa para elogiar as palavras de Rui Rio na apresentação da sua recandidatura à liderança do PSD. "Se Rui Rio se candidata para limpar isso no partido dele, já é um grande avanço que temos”, afirmou.
“Rui Rio disse coisas que eu espero que tenham consequências. Ele disse que se candidatava para evitar grupos, a intervenção de grupos, de negócios, de redes de tráfico de influência, da influência da maçonaria no partido. E eu quero dizer o seguinte: isso existe”, confirmou António Lobo Xavier. E acrescentou: “Eu acho que ele não se estava a referir especialmente aos dois outros candidatos, às pessoas dos candidatos que são seus opositores, mas o que acontece é que existem redes mafiosas de tráfico de influência ligadas a políticos e ex-políticos que fazem negócios, que fazem pressões, que fazem ameaças, que envolvem gente do mundo da justiça, que envolvem gente do mundo dos jornais, que envolvem gente política.”
ONDE ANDARÁ A MARIA DA FONTE?

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA

O Dia Mundial da Língua Portuguesa vai ser comemorado anualmente a 5 de Maio, como já acontece na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e António Sampaio da Nóvoa aponta o “momento muito importante” para o português.





Todos os países lusófonos se uniram para introduzir esta proposta, mas receberam o apoio de países como Argentina, Chile, Geórgia, Luxemburgo ou Uruguai, e a proposta foi aprovada por unanimidade. Na proposta apresentada ao conselho executivo, os países lusófonos argumentaram que a língua portuguesa é a mais falada do hemisfério Sul e que foi também a língua da primeira vaga de globalização, deixando palavras e marcas noutras línguas no mundo.
O Dia da Língua Portuguesa será oficialmente assinalado na sede da UNESCO com apresentações musicais, literatura, exposições ou qualquer outra representação cultural e a sua organização ficará a cargo dos países que têm o português como língua oficial. “O 5 de Maio de 2020 vai ser um grande dia na UNESCO e esperamos ocupar durante 15 dias estes corredores com questões relacionadas com a arte, literatura, música e que isso tenha consequências concretas”, disse o embaixador português.



"Consequências nos mais diversos planos"

O diplomata espera também que a distinção tenha impacto ao nível internacional. “Entra nos calendários internacionais, o que quer dizer que ganha uma projecção do ponto de vista internacional, podendo ter consequências nos mais diversos planos”, sublinhou Sampaio da Nóvoa, que espera até ao final do ano avançar com propostas na UNESCO sobre o ensino e formação de professores de português em África.
Esta medida vai também ajudar os esforços dos países lusófonos na promoção da língua, notou o presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua de Portugal. “No Instituto Camões já apoiamos a celebração do Dia da Língua Portuguesa, mas este reconhecimento vai ajudar-nos a dar mais força às celebrações e o próximo ano será de comemoração renovada e ainda mais forte porque vai despertar consciências”, afirmou Luís Faro Ramos, que assistiu à aprovação do dia mundial na sede da UNESCO, em Paris.

REFAZER A HISTÓRIA ?

Jaime Gama critica nova disciplina de História: "militante", "não aceita símbolos nacionais", procura "penitência" de países

O socialista, antigo presidente do Parlamento nota que o objetivo da nova disciplina opcional do secundário é mais "militante" do que científico e não aceita símbolos nacionais, heróis.

Jaime Gama critica visão da nova cadeira sobre a Batalha de Aljubarrota

Jaime Gama entende que a nova disciplina opcional de “História, Culturas e Democracia”, que se destina a alunos de três cursos do 12º ano do ensino secundário, “serve-se da História” para cumprir “um objetivo, de certa forma, militante, não científico”. Ou seja, “gerar estratégias para estimular ativismo, cidadania, intervenção”, considerou o socialista e antigo presidente da Assembleia da República no programa Conversas à Quinta, do Observador.
Presente nesta cadeira do secundário — que se destina aos alunso dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas e de Artes Visuais — está também, segundo Jaime Gama, a ideia de que a História precisa de ser “desconstruída, relida, reinterpretada”. O programa da disciplina é virado para “a segmentação, a fratura, identidades minoritárias”, tendo “um abandono de tudo o que tem que ver com conjuntos, com integração, com coesão”, considerou o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros. É uma História “sem centralidade nacional”: “Não aparece Portugal, não aparece o Estado, não aparece a Nação, não aparece o Povo, tudo é segmentado”, aponta. Por exemplo, em relação à batalha de Aljubarrota, criam-se “imensas referências para que não haja visitas imponderadas ao Centro Interpretativo da Batalha de Aljubarrota” e “à visão do filme que lá é apresentado”, diz ainda.
O objetivo não é explicar a batalha: “O que se pretende é dizer que a batalha tem várias interpretações — ‘vejam as várias crónicas’”. Logo, “a crónica que valoriza a posição portuguesa é posta ao mesmo nível da crónica que valoriza a posição espanhola”. Há, na opinião de Jaime Gama, “uma descontextualização de uma interpretação mais vasta, geopolítica, histórica da época, porque isso não interessa — o que interessa é descontrair o mito da Batalha de Aljubarrota, relativizá-lo”.
O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros lamenta que o programa da cadeira seja de “uma História que não aceita nenhum símbolo nacional, não aceita nenhum herói, não aceita nenhuma causa, não aceita nenhum objetivo estratégico do país, não aceita o país, sendo prefigurado por uma política de Estado — até na parte internacional”.
“O que está aqui em causa é cumprir um objetivo ideológico muito em voga, hoje, em certas culturas, sobretudo anglo-saxónicas, que é o de enfrentar-se com o passado”, considera Jaime Gama.
obs: DEVEM COMEÇAR A DESTRUIR TUDO O QUE OS NOSSOS ANTEPASSADOS CONSTRUIRAM. DESTRUIR CARROS, HOSPITAIS, ESTRADAS. REMÉDIOS, MONUMENTOS, PONTES, ETC. QUEM NÃO É PARVO PERCEBE A INTENÇÃO DESTA GENTE...

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

GAGO COUTINHO


Ponto de partida para a reportagem de capa da VISÃO desta semana: Gago Coutinho, um dos raros oficiais da Marinha que chegaram ao posto mais elevado, o de almirante, por distinção, foi bem mais do que apenas o navegador do piloto Sacadura Cabral na epopeia da primeira travessia aérea do Atlântico Sul, em 1922, que ligou Lisboa ao Rio de Janeiro. Rebelde, fustigou os seus superiores na Marinha, por abuso de poder, e denunciou a prepotência dos roceiros de São Tomé - onde corrigiu a passagem da linha do equador. É esta faceta de Gago Coutinho, a de grande cientista, que ainda hoje continua a ser esquecida. Historiador e seu biógrafo, Rui Costa Pinto diz, em entrevista incluída no dossier: “Estamos perante um homem muito para lá do seu tempo e nem o atual ministro da Educação percebeu a importância do investigador, como era sua obrigação. Os programas de História não se renovam e mantemos os nossos jovens na ignorância.”
Coutinho percorreu milhares de quilómetros a pé, a cavalo ou em carroças puxadas por bois para delimitar fronteiras (e, com teimosia científica, ganhar território) em Timor, Angola e Moçambique. Além de geógrafo incansável, escreveu ensaios, desenhou inventos e explicou como os navegadores de Quinhentos alcançaram novos mundos. Era também crítico dos supremacistas e desportista firme: com mais de 70 anos, continuava a fazer argolas, aparelhadas numa trave no teto da sua casa. Não por acaso, dizemos nós, o Museu de Marinha, em Lisboa, inaugurou agora, a propósito dos 150 anos do nascimento do almirante, uma exposição intitulada Gago Coutinho - Viajante e Explorador, patente até 24 de maio. A mostra conduz o visitante por feitos de Coutinho que a generalidade da sociedade desconhece. Costuma chamar-se a este tipo de iniciativa “preenchimento de uma lacuna.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

ISTO SIM, É ESCREVER!...

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A INDISCIPLINA NAS ESCOLAS


por beatriz j a, em 10.10.19

A indisciplina nas escolas é considerada, por muitos, o “cancro escolar”, mas não há ninguém, nem social, nem politicamente que se solidarize com a causa e tome medidas para a erradicar das escolas!

Há bocado, no intervalo das 10h da manhã, uma colega do Norte que está lá na escola este ano contava que no ano passado era DT de uma turma cujos pais pouco apareciam na escola. Um dia ligou para casa de um aluno para falar com a mãe dele. O rapaz atendeu, ela perguntaou se a mãe estava, ele chamou pela mãe para vir falar com a DT e ela ouviu a mãe responder aos gritos, 'é a puta da bailarina que está a ligar? (os alunos davam-lhe essa alcunha de bailarina) Diz a essa cabra do caralho que se meta na puta da vida dela e me deixe em paz'. Assim mesmo.
Porque é que os alunos não têm respeito aos professores? Porque é o que lhes ensinam em casa...

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

GLOBALIZAÇÃO

sábado, 5 de outubro de 2019

CÉU E INFERNO

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

PARA REFLEXÃO

GOSTAVA DE VER UM POLÍTICO NO HOSPITAL PÚBLICO

Gostava de saber se o sr. Costa foi para a fila do hospital com a pulseira azul quando lhe doeram as costas
beatriz j a
  Se esperou 10 horas até ser atendido, por exemplo. E se levou falta no trabalho e teve que ir depois para a fila do centro de saúde pedir uma baixa e perder dias de salário. Também gostava de saber se os familiares dos governantes, quando têm doenças graves, se resignam docilmente a ficar sem tratamento e morrer em pouco tempo, pelo facto do Centeno não deixar que sejam aprovados certos tratamentos ou se arranjam maneira de fazer bypass às regras que eles próprios criaram.    Estou (...)

terça-feira, 1 de outubro de 2019

SOBRE PESSOAS EANIMAIS, QUEM DECIDE?

 
                    
     
                 
                        Anselmo Borges
                  Padre e professor de Filosofia
                                                          
1. Eu sei que o tema é hoje muito sensível e complexo. Já aqui escrevi várias vezes sobre ele, mas volto a ele, sobretudo porque penso que é fundamental ter conceitos claros, contra a confusão que quer impor-se neste e noutros domínios. Dentro da confusão, é fácil perder-se quanto ao essencial.
Dou exemplos de confusionismo. Contou-me uma pessoa amiga que, durante uma volta a pé, ouviu uma senhora aflita a chamar: “Anda à mãe, anda à mãe.” Até se afligiu, pensando que uma criança se tinha perdido. Afinal, era um cãozinho. Outra pessoa contou-me que viu na televisão uma senhora grávida num supermercado com o cãozito num carrinho e, à pergunta para quando o nascimento do bebé, disse a data prevista na qual o cão iria ter um irmão. Segundo o Expresso, André Silva declarou: “Há mais características humanas num chimpanzé ou num cão do que numa pessoa em coma”. E já se pede um SNS para cães e gatos. E há jardins públicos infrequentáveis por crianças, tanta é a porcaria largada por cães, com os donos regalados a observar o alívio dos bichos. E tem havido ataques graves de cães e perturbações sem conta por outros animais que destroem colheitas inteiras, mas nada acontece...
A afirmação acima está na continuidade da de Peter Singer, professor da Universidade de Princeton, que escreveu em Ética Prática: “Devemos rejeitar a doutrina que coloca a vida dos membros da nossa espécie acima da vida dos membros de outras espécies. Alguns membros de outras espécies são pessoas; alguns membros da nossa não o são. De modo que matar um chimpanzé, por exemplo, é pior do que matar um ser humano que, devido a uma deficiência mental congénita, não é capaz nem pode vir a ser pessoa.” Quem faz estas afirmações fá-lo baseado em que a desigualdade de tratamento que damos às pessoas humanas e aos outros animais deriva do chamado especismo, que consiste na preferência que damos aos seres humanos sem qualquer outra razão que não a pertença a uma espécie, no caso, a espécie humana.
2. Oponho-me veementemente a esta tese, que é a tese animalista, uma das teses mais deletérias e ameaçadoras contra o humanismo. E estou à-vontade, por várias razões. Na universidade, sempre falei aos estudantes da Animal Liberation (Libertação animal), de Peter Singer, e há muito que defendi que se deveria encontrar, do ponto de vista jurídico, uma denominação para os animais, que não são coisas. Aliás, isso encontra-se também num livro que coordenei juntamente com Alexandre Manuel, Desafios à Igreja de Bento XVI, no qual o constitucionalista J. Gomes Canotilho perguntava se precisamente um desses desafios não era desenvolver uma ecologia em que “as diferenças entre ‘algo e alguém’ não remetam para o domínio das coisas a problemática humana dos outros seres vivos da Terra.” E sempre fui a favor do valor da vida, do cuidado a dar à Criação e de que aos animais é devido tratamento adequado, recusando sofrimentos cruéis e inúteis.
Para mim, de qualquer forma, há uma distinção entre a pessoa humana e os outros animais — e quando se fala em animais, é preciso distinguir entre animais e animais: não é a mesma coisa falar de cães e gatos e falar de pulgas, piolhos, carraças, percevejos, vespa asiática... e, por outros motivos, de leões, tigres, crocodilos, hipopótamos...—, distinção que é não só de grau ou quantitativa, mas essencial, qualitativa, ontológica. Bastará estar atento às diferenças, de que dou apenas exemplos. Neste tema como noutros, o problema é o fundamentalismo e a falta de racionalidade.
Como escreveu Edgar Morin, “embora muito próximo dos chamados chimpanzés e gorilas, tendo 98% de genes idênticos, o ser humano traz uma novidade à animalidade”. Há, apesar de tudo, entre etólogos e antropólogos, convergência bastante no reconhecimento de que entre o animal e o homem se deu um salto qualitativo essencial. Esse salto manifesta-se, em termos gerais, na autoconsciência (consciência de que se é consciente), na autoposse de si mesmo como único e centro de identidade, na linguagem simbólica e reflexiva, na capacidade de abstrair e formar conceitos, na transcendência em relação ao espaço e ao tempo, na criação e assunção de valores éticos e estéticos, no pré-saber da morte própria vinculada às crenças religiosas e à angústia frente ao nada, na pergunta pelo ser e pelo seu ser...
O homem  não se encontra na simples continuidade da vida no sentido biológico. Como escreveu Max Scheler, o homem é “o asceta da vida”, pois é capaz de dizer não aos impulsos instintivos, vendo aí o célebre biólogo F. J. Ayala “a base biológica da conduta moral da espécie humana, nota essencialmente específica dela”. Porque é capaz de renunciar, abster-se, deliberar, optar, o homem é um animal livre e moral.
Os outros animais também comunicam, mas o homem tem linguagem duplamente articulada.  Aristóteles viu bem, ao definir o homem como animal que tem lógos (razão e linguagem), e, assim, político: “Só o homem, entre os animais, possui fala. A voz é uma indicação da dor e do prazer; por isso, têm-na também os outros animais. Pelo contrário, a palavra existe para manifestar o conveniente e o inconveniente bem como o justo e o injusto. E isto é o próprio dos humanos frente aos outros animais: possuir, de modo exclusivo, o sentido do bem e do mal, do justo e do injusto e das demais apreciações. A participação comunitária nestas funda a casa familiar e a pólis.”
O Pensador, de Rodin, diz-nos bem o que é o ensimesmamento: entrada dentro de si próprio, descida à sua intimidade única, à subjectividade pessoal: o ser humano vem a si mesmo como único, tem a experiência de eu enquanto própria e exclusiva, face ao outro, que é outro eu, outro como eu, mas simultaneamente um eu que não sou eu: um eu outro impenetrável. Disse o famoso psicanalista Jacques Lacan: “Possuir um Eu na sua representação: este poder eleva o homem infinitamente acima de todos os outros seres vivos sobre a Terra. Por isso, é uma pessoa”. Sabe que sabe, é autoconsciente, consciente de ser consciente.
O homem é um ser inquieto, nunca satisfeito (satis-factus: feito suficientemente), acabado. Por isso, é o ser do transcendimento, como escreveu Pascal, ao dizer que o homem mora algures entre “le néant et l’infini” (o nada e o infinito), aberto ao Infinito, à Transcendência. É o ser da pergunta e, de pergunta em pergunta, chega a perguntar ao infinito pelo Infinito, isto é, por Deus. Neste sentido, é constitutivamente metafísico e religioso. E tem dignidade, é fim e não meio, como defendeu Immanuel Kant, pois há nele algo de infinito, precisamente esta sua capacidade e necessidade de perguntar pelo Infinito, pelo Fundamento e pelo Sentido último.
E há o riso e o sorriso, a contemplação e a criação de beleza (quando é que um animal vai compor uma sinfonia?), o amor de autodoação, erguer edifícios jurídicos com o estabelecimento da lei e da igualdade de todos perante a lei, a sepultura, a esperança...
cÉ ele e só ele que debate. Alguém se lembra de convocar uma assembleia de outros animais para dirimir a questão?
É preciso tomar consciência do perigo da indiferenciação e da ameaça da animalização da sociedade.
3. Há uma pergunta inevitável. E os membros da nossa espécie que não podem de facto exercer essas capacidades, como os deficientes mentais profundos? Estou com a filósofa Adela Cortina: “Isso não os torna membros de outras espécies, mas pessoas que é preciso ajudar para poderem viver ao máximo essas capacidades, o que só conseguirão numa comunidade humana que cuide deles e os promova na medida do possível.”